(William
Menezes Freitas)
Este livro trata acerca da mística “Rosa de Pétalas” e seus efeitos na vida das pessoas seja em Lamária como em Lendra.
O
grande objetivo desta história é mostrar que o amor verdadeiro é mais forte que
as memórias e que muitas vezes esse amor se manifesta através da amizade...
Além
é claro de ensinar a importância de sermos pessoas boas e da gratidão bem como
de que há sempre alguém a cuidar de nós mesmo que não saibamos.
Em
suma esta história trata acerca de amizade, cumplicidade, pureza e coragem, e
como isso pode influenciar a cada qual bem como o planeta em que se vive.
Em
mais um dia comum em Lamária, Ana e Átila estão a guardar a famosa Rosa de
Pétalas...
Introdução
Capítulo 1: Lendra e a Lenda de Lamária
Capítulo 2: Lamária e a Rosa de Pétalas
Capítulo 3: Calvária e a Transformação em Lendra
Capítulo 4: A Transformação de Ana Átila
Capítulo 5: A Viagem de Raio
Capítulo 6: Rumo à Átila
Capítulo 7: A Origem das Guardiãs da Rosa de Pétalas
Capítulo 8: O Amor Nunca Morre
Umas Palavras sobre a História
Sobre o Autor
Excerto:
Do Capítulo 2: Lamária e a Rosa de Pétalas
Em
mais um dia comum em Lamária, Ana e Átila estão a guardar a famosa Rosa de
Pétalas...
A
Rosa de Pétalas é o coração de Lamária, algo místico que preenche o paraíso
Lamária de alegria, felicidade e contentamento.
Ana
e Átila são as guardiãs escolhidas para guardar a Rosa de Pétalas mas também
são as divindades guardiãs de Calvária/Lendra.
Ana
do passado e Átila do futuro, em outras palavras Ana guarda Calvária antiga e
Átila guarda Lendra mas não há nenhuma divindade guardiã do Calvária atual onde
as pessoas são gratas mesmo com a escassez de recursos.
Ana
e Átila estão a pensar e conversar sobre isso...
Ana
diz:
-Átila,
conta-me novamente como Calvária tornou-se Lendra (a tua era).
Átila
conta a Lenda de Calvária e a suposta ligação com Lamária que ao chegar
transformou tudo pouco a pouco mas instantaneamente.
Ana
diz:
-Mas
isso não faz sentido, Calvária sempre foi ligado à Lamária...
Átila
diz:
-Pois
é, mas como não há divindade do presente não podemos perguntar.
Ana
diz:
-Pois
é, sempre me pergunto por que nunca houve essa terceira divindade.
Átila
diz:
-Terceira?
-Não
seria segunda e eu a terceira?
Ana
diz:
-É
modo de dizer... porque só conhecemos a nós, as duas...
Átila
diz:
-Pois
é, eu sei...
Ana
e Átila pensam e falam:
-Ela
deve existir, mas fora de Lamária...
-É
um ótimo argumento, estar fora de Lamária...
Após
uma ronda as duas vão passear em Lamária e encontram um menino chamado Raio
lendo um livro chamado “A história de Raio e a Rosa de Pétalas”...
